Benazir Bhutto, em seu retorno histórico ao Paquistão no dia 18 de outubro de 2007, cuidou de duas grandes tarefas: terminar de escrever o livro que tratava da complicada relação entre o Oriente Médio e o Ocidente; e lutar por um projeto político para democratização do país, ajudando a construir uma ponte entre o mundo muçulmano e o Ocidente. Os originais do livro Reconciliação -- Islã, democracia e o ocidente ficaram prontos no dia 27 de dezembro, poucas horas antes do seu assassinato. E, com a sua morte, o projeto político passou para a história como um legado que afirma a força, o otimismo e a visão de uma grande mulher.

Opiniões

Josemar G. Castor
Um ótimo livro. Recomendo a todos que tenham interesse em entender a política do Oriente Médio. Benazir Bhutto foi, sem sombra de dúvida, uma grande mulher.
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